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REPRESENTAÇÃO DEPO - TYC - TONG-YANG


O pior é que ninguém aprende !!!!
1 - Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz
apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
- Não, tô treinando pra morrer!


2 - Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o
técnico pergunta:
- Tá com defeito?
- Não é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.


3 - Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
- Não, vou sair na próxima.


4 - Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Acordou?
- Não. Sou sonâmbulo!


5 - Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!


6 - Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:
- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!


7 - Você ta na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um
que pergunta:
- Vai subir?
- Não, não, tô esperando meu apartamento descer pra me pegar.


8 - O homem chega à casa da namorada com um enorme buque de flores.
Até que ela diz:
- Flores?
- Não! São cenouras.


9 - Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
- Não! É a merda que está falando!


10 - Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar:
- Em dinheiro??
- Não, me dá tudo em clips!


11 - Você chega a um posto e para em frente de uma bomba somente de
gasolina e o frentista pergunta:
- Gasolina?
- Não, enche com tinta de caneta!
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Lei da sacola plástica erra o alvo, diz especialista

Planeta Coppe - 08/11/2010
Lei da sacola plástica erra o alvo, diz especialista
Resina plástica pode ser reciclada a partir de técnica pioneira por pesquisadores da UFRJ/Coppe.[Imagem: Coppe]
Alguns meses após a entrada em vigor das primeiras leis regionais restringindo o uso de sacolas plásticas, o professor José Carlos Pinto, da UFRJ/Coppe, aponta os benefícios e as contradições da medida.
Para o especialista, a lei que incentiva mudanças nos hábitos dos consumidores nos estabelecimentos comerciais é uma gota no oceano.
Alvo errado
Segundo o professor, dados oficiais da Comlurb apontam que menos de 20% de todo o lixo produzido na cidade do Rio de Janeiro são constituídos por resíduos plásticos, sendo que as sacolas plásticas representam uma fração ainda menor desse valor.
Já o total de material reciclável, incluindo também papéis, vidros e metais, é superior a 36% e o percentual de material orgânico representa quase 60% da composição do lixo.
"A lei tem como principal benefício diminuir a redução do consumo de material plástico, mas sozinha é insuficiente para resolver o problema do descarte sumário de materiais no lixo, como demonstram os dados. O Estado do Rio precisa de uma política de descarte do produto mais ampla, para evitar o desperdício de matéria-prima e o acúmulo de materiais no lixão e estimular a reciclagem.
"Para obter resultados mais efetivos, precisamos de uma política pública de reciclagem mais abrangente. A lei não deveria focar exclusivamente a sacola plástica, mas se estender a todo material descartável que possa ser reutilizado, seja plástico, papel, papelão ou alumínio. O importante não é o material, mas o uso que se faz dele", ressalta o professor.
José Carlos sugere como medida o incentivo ao uso, reúso e reciclagem. "O bom hábito é ter uma bolsa que pode ser usada muitas vezes e que não é simplesmente jogada fora após a ida ao supermercado, seja ela constituída de material plástico ou não. Algo parecido com a velha bolsa ou o carrinho de feira, que qualquer pessoa com mais de 40 anos de idade é capaz de lembrar."
Reciclagem e reúso
O especialista considera um equívoco atribuir ao plástico o papel de vilão do meio ambiente.
Segundo o professor, trata-se de um material que apresenta as propriedades ideais para reciclagem e reúso. "É verdade que alguns desses materiais demoram mais de uma centena de anos para se decompor, mas, ao contrário do que muitos acreditam, isso pode ser bom. Exatamente porque não se degrada é que o material plástico pode ser usado e transformado muitas vezes", explica.
Uma vez terminado o ciclo de vida do produto plástico, ele pode ser processado e usado como matéria-prima, dando início ao ciclo de vida de um novo produto. O pote de xampu de hoje pode ser a sacola plástica de amanhã e o saco de lixo de depois de amanhã, o que não seria possível se o material fosse degradável.
Esse é um dos motivos que leva o professor a condenar a opção de usar sacolas plásticas biodegradáveis, pois qualquer material orgânico produz toxinas e subprodutos indesejados quando se degrada.
"A decomposição de matéria orgânica é um dos principais problemas de nossos rios e lagos, provocando a proliferação de algas e a mortandade de peixes, além de contribuir com o problema do aquecimento global quando resulta na produção de metano e dióxido de carbono. Os compostos orgânicos dissolvidos nas águas e solos provocam o desenvolvimento de bactérias, fungos e vermes e o esgotamento do oxigênio disponível nesses meios. Ao contrário do plástico, que, por não se degradar em alta velocidade quando despejado no ambiente, praticamente não produz toxinas no ambiente," explica.
Resíduos orgânicos
José Carlos dá como exemplo a indústria do papel, que consome mais energia e é mais poluente do que a indústria de resinas, gerando resíduos orgânicos, como o licor negro, que ainda hoje constituem um grande desafio ambiental.
"Num certo sentido, a reciclagem do papel é muito menos eficiente que a do material plástico, pois uma parcela significativa do produto final se perde pela fácil degradação física e química, em particular quando em contato com a água", afirma.
"O que devemos fazer com o material plástico que foi descartado pelo consumidor é reciclá-lo. O correto é impedir que esses materiais se acumulem nos lixões e estimular a reutilização dessa abrangente fonte de matérias-primas, como já ocorre com os materiais de alumínio, como latas de refrigerante e cerveja. O caminho é reduzir o desperdício, usar o lixo como matéria-prima e reciclar," conclui o pesquisador.
José Carlos Pinto é responsável por um projeto que resultou na criação de uma técnica inédita para a reciclagem de plásticos.


by http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lei-sacola-plastica-erra-alvo&id=010175101108&ebol=sim
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2/11/2010

Nós pensamos sobre coisas que pensamos que não pensamos

Agir no automático As pessoas pensam sobre coisas que eles pensam que não pensam.
Se você pensa que isto é complicado, lembre-se da famosa expressão "fazer as coisas no automático".
Gordon Logan e Mateus Crump, da Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos, afirmam que, quando pessoas tecnicamente qualificadas - sejam cirurgiões, carpinteiros ou pilotos de avião - executam ações sem pensar, essas ações são na verdade extremamente controladas.
A descoberta traz informações essenciais para o longo debate sobre se as pessoas altamente qualificadas de fato fazem as coisas "no automático" ou se elas pensam nessas ações.
Ligação entre intenção e ação
Estudos anteriores sugeriram que um motorista experiente não controla conscientemente o carro que dirige. Esses estudos apontaram casos nos quais as pessoas pretendem fazer uma coisa mas acabam fazendo outra.
Mas a nova pesquisa, que usou um teste simples de datilografia, chegou à conclusão contrária.
"Nossa pesquisa mostra uma ligação muito forte entre a intenção e o gesto, o que sugere que o controle consciente não é uma ilusão," afirma Logan. "Nas atividades altamente qualificadas, como na digitação, intenção e ação estão fortemente associadas."
Teste de datilografia
Logan e Crump avaliaram 72 digitadores, cada um com cerca de 12 anos de experiência. Nos três experimentos, estes datilógrafos experientes digitavam palavras mostradas a eles, uma de cada vez, na tela do computador, e suas respostas apareciam logo abaixo na tela.
Os pesquisadores então introduziam erros sutis, para ver se os digitadores iriam detectá-los. E, em outros casos, eles secretamente corrigiam os erros cometidos pelos digitadores.
Em ambos os casos, as respostas foram aferidas através da medição da velocidade com que as palavras eram digitadas.
Logan e Crump verificaram que os datilógrafos não diminuíam seu ritmo depois que um erro era secretamente introduzido, embora os digitadores pensassem que tinham mesmo cometido o erro. Mas quando os datilógrafos cometiam erros, seus dedos diminuíam de velocidade, quer os pesquisadores corrigissem os erros ou não.
Os pesquisadores concluíram que isso acontece porque existem dois processos diferentes, um que cria e outro que detecta os erros. "O 'loop externo', ou a parte pensante do processo, tenta decidir se o 'loop interno', ou a parte prática do processo, está certo ou errado," disse Logan.
Ele afirma que o "loop interno" - o fazer - olha para as mãos, os dedos e a sensação do teclado para decidir se a ação está correta.
Conhecimento da verdade
"A ilusão da autoria foi a coisa mais surpreendente," diz Logan. "As pessoas pensavam que tinham digitado corretamente se a tela mostrava a palavra correta, e pensavam que digitaram incorretamente se a tela mostrava a palavra errada, apesar de seus dedos 'saberem' a verdade".
Esse "conhecimento da verdade", interpretam os cientistas, prova que as habilidade que as pessoas executam sem pensar são altamente controladas.
Logan e Crump argumentam que o controle é hierárquico. A parte da pessoa que pensa se baseia em feedbacks diferentes da parte que executa. Mas os dois tipos de feedback, em conjunto, permitem que as pessoas atinjam conscientemente graus de grande precisão e velocidade.
Localizador de erros
Logan e Crump descartam uma possibilidade alternativa de que exista apenas um processo que detecta erros. Eles alegam que, se houvesse apenas um processo, então o relato consciente deveria corresponder ao que os dedos fazem.
Os datilógrafos deveriam diminuir a velocidade sempre que percebessem um erro, e digitarem a toda velocidade sempre que verificassem uma resposta correta.
Em vez disso, os pesquisadores descobriram uma incompatibilidade entre os relatos da consciência e do comportamento, sugerindo dois processos de detecção de erros.

by http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=coisas-feitas-automatico&id=5938&nl=sit
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Sobre mim

Meu nome é Ebes Almeida.Trabalho desde 1987 no ramo automotivo . Tenho uma equipe de vendas capacitada e comprometida com resultados.
Atualmente representamos a RUFATO DISTRIBUIDORA IMPORTADORA desde 2013, uma empresa séria ao qual vestimos a camisa literalmente.
Contate-nos que teremos imenso prazer em atendê-lo!!!

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