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Quer robôs responsáveis? Comece com humanos responsáveis

Pam Frost Gorder - 18/08/2009
Quer robôs responsáveis? Comece com humanos responsáveis
Robô coreana Eve R2, uma robô cantora.
Interação entre humanos e robôs
As preocupações com a interação entre humanos e robôs estão tomando corpo e chamando a atenção de pesquisadores e autoridades de várias partes do mundo. As demonstrações mais recentes do que a tecnologia já é capaz de fazer não deixa dúvidas que os humanos logo terão que aprender a conviver com os robôs.
Mas, segundo alguns pesquisadores, talvez seja necessário antes garantir que os robôs terão condições de conviver com os humanos sem causar-lhes ameaças ou danos.
"Nossa visão cultural dos robôs tem sido sempre anti-pessoas e pró-robôs," afirma David Woods, da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos. "A filosofia tem sido: 'certo, as pessoas cometem erros, mas os robôs farão melhor, eles serão uma versão perfeita de nós mesmos'."
Três Leis de Asimov
Essa visão romântica provavelmente tem suas origens nas três leis que o escritor Isaac Asimov estabeleceu para a robótica, nos anos 1940:
  • 1ª Lei: um robô não pode fazer mal a um ser humano e nem, por omissão, permitir que algum mal lhe aconteça.
  • 2ª Lei: um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, exceto quando estas contrariarem a Primeira Lei.
  • 3ª Lei: um robô deve proteger a sua integridade física, desde que, com isto, não contrarie a Primeira e a Segunda leis.
Leis mais realistas
Mas Woods acredita que é necessário pensar de forma mais realística, com os pés no chão. "Para que essas leis tenham sentido, os robôs devem possuir um grau de inteligência social e de inteligência moral. Quando vislumbramos nosso futuro com os robôs, nós focamos em nossas esperanças e em nossos desejos e aspirações sobre os robôs - nós não focamos na realidade," diz ele.
E, como dose extra de realismo, Woods e seu colega Robin Murphy propõem novas regras para os robôs. Na verdade, três novas leis da robótica, menos voltadas ao ideal de um robô que entende o suficiente para saber o que deve e o que não deve fazer, como nas leis de Asimov, e mais "focadas na realidade," como dizem os pesquisadores - a realidade de quem constrói os robôs e deve muni-los de "qualidades" e "responsabilidades" adequadas para não colocar em risco os humanos que conviverão com os robôs.
Quer robôs responsáveis? Comece com humanos responsáveis
[Imagem: Jean Charles Druais]
Leis da robótica para os roboticistas
Estas são as três novas leis dos fabricantes de robôs, propostas pelos dois pesquisadores:
  • Um humano não poderá construir um robô sem que o sistema de interação humano-robô atenda aos mais altos padrões legais e profissionais de segurança e ética;
  • os robôs deverão obedecer os humanos da forma apropriada à sua função;
  • os robôs deverão ser dotados com autonomia suficiente para proteger sua própria existência, desde que essa proteção garanta uma transferência imediata do controle do robô para um humano que não conflite com a Primeira e a Segunda leis.
A primeira lei visa claramente os humanos que constroem os robôs, enquanto a segunda assume que os robôs terão uma capacidade limitada para entender as ordens humanas, de forma que não apenas as ordens que eles serão capazes de obedecer deverão ser limitadas, como os humanos a quem eles atendem deverão ser bem definidos.
Woods explica a terceira lei: "Os robôs existirão em um mundo aberto onde você não pode prever tudo o que vai acontecer. O robô precisa ter autonomia suficiente para agir e reagir a situações reais. Ele precisa tomar decisões para proteger a se mesmo, mas ele também precisa transferir o controle para os humanos quando necessário. Você não quer que um robô salte de um precipício, por exemplo - a menos que um humano precise que o robô salte do precipício. Quando isso acontecer, você precisa que o robô passe o controle de forma tranquila e suave para o humano apropriado."
Segurança dos robôs
Quer robôs responsáveis? Comece com humanos responsáveis
[Imagem: NASA]
O fato é que os robôs têm chamado a atenção, mas eles estão longe de terem qualquer tipo de autonomia. Ensinar-lhes ética, ou pelo menos dar-lhes um primórdio de código moral e de responsabilidade, exigirá antes a superação de uma barreira importante: entender como o cérebro humano aprende essas noções. Só então será possível ensiná-las aos robôs.
O Japão, por exemplo, o país com a dianteira folgada nas pesquisas com robôs, até agora decidiu adotar tão-somente a primeira lei de Asimov, uma vez que não é realístico ainda focar nas demais.
O projeto europeu Phriends preocupa-se já há algum tempo em garantir que não ocorram incidentes entre robôs e humanos mesmo quando acontecerem falhas de programação, mau funcionamento dos sensores ou queima de componentes eletrônicos - veja Robôs vão obedecer às Leis de Asimov na vida real.
Nova forma de convivência
Três novas leis parecem ter um atrativo, pela similaridade com as três leis famosas de Asimov. Mas, quando os robôs estiverem de fato chegando à convivência com humanos, dificilmente qualquer conjunto de três leis será o suficiente para lidar com a nova forma de convivência.
Dois outros pesquisadores norte-americanos parecem concordar com isto. Tanto que já criaram uma lista mais extensa, contendo seis estratégias para evitar que os robôs transformem-se de ajudantes em riscos ambulantes para os próprios seres humanos - veja Robôs éticos e morais - seis estratégias a seguir.

by http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=quer-robos-responsaveis-comece-humanos-responsaveis&id=010180090818
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Luminária robótica
Um pesquisador da universidade MIT (Massachussetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, criou uma luminária de mesa que pode ser acoplada a um computador e promete revolucionar a interação do usuário com o ambiente.
A LuminAR, um projeto financiado pela Intel e pela Microvision, é montada sobre um braço robótico capaz de se mexer e de projetar informações e interfaces sobre qualquer superfície.
A LuminAR contém uma câmera um Pico-projetor, câmera e um computador com conexão sem fio.
Interfaces fluidas
Incluído na categoria das "interfaces fluidas, o robô é capaz de reconhecer objetos e buscar informações sobre ele na internet.
Uma vez que a imagem seja projetada sobre alguma superfície, o usuário pode interagir como se fosse uma tela interativa.
O inventor da engenhoca, Natan Linder, diz que a ideia surgiu por uma vontade de mudar a interface do computador, que segundo ele é a mesma há 30 anos.
Ele agora quer que o protótipo inspire outros inventores a revolucionar a forma de lidar com computadores.
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Robótica

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Robótica é um ramo da tecnologia que engloba mecânica, eletrónica e computação, que atualmente trata de sistemas compostos por máquinas e partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados, controlados manualmente ou automaticamente por circuitos eléctricos. As máquinas, pode-se dizer que são vivas, mas ao mesmo tempo são uma imitação da vida, não passam de fios unidos e mecanismos, isso tudo junto concebe um robô. Cada vez mais que as pessoas utilizam os robôs para suas tarefas. Em breve, tudo poderá ser controlado por robôs. Os robôs são apenas máquinas: não sonham nem sentem e muito menos ficam cansados. Esta tecnologia, hoje adotada por muitas fábricas e indústrias, tem obtido de um modo geral, êxito em questões levantadas sobre a redução de custos, aumento de produtividade e os vários problemas trabalhistas com funcionários.
O termo Robô foi pela primeira vez usado pelo Checo Karel Capek (1890-1938) numa Peça de Teatro - R.U.R. (Rossum's Universal Robots) - estreada em Janeiro de 1921 (Praga)[1]. O termo Robótica foi popularizado pelo escritor de Ficção Cientifica Isaac Asimov, na sua ficção "I, Robot" (Eu, Robô), de 1950. Neste mesmo livro, Asimov criou leis, que segundo ele, regeriam os robôs no futuro: Leis da robótica.
Leis essas que são:
-1ª:Um robô não pode fazer mal a um ser humano e nem, por omissão,permitir que algum mal lhe aconteça.
-2ª:Um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos,exceto quando estas contrariarem a Primeira lei.
-3ª:Um robô deve proteger a sua integridade física, desde que,com isto, não contrarie a Primeira e a Segunda leis.
A ideia de se construir robôs começou a tomar força no início do século XX com a necessidade de aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos produtos. É nesta época que o robô industrial encontrou suas primeiras aplicações, o pai da robótica industrial foi George Devol. Atualmente, devido aos inúmeros recursos que os sistemas de microcomputadores nos oferece, a robótica atravessa uma época de contínuo crescimento que permitirá, em um curto espaço de tempo, o desenvolvimento de robôs inteligentes fazendo assim a ficção do homem antigo se tornar a realidade do homem actual.
A robótica tem possibilitado às empresas redução de custos com o operariado e um significativo aumento na produção. O país que mais tem investido na robotização das atividades industriais é o Japão, um exemplo disso observa-se na Toyota
Porém há um ponto negativo nisso tudo. Ao mesmo tempo que a robótica beneficia as empresas diminuindo gastos e agilizando processos, ele cria o desemprego estrutural, que é aquele que não gerado por crises econômicas, mas pela substituição do trabalho humano por máquinas.
Ressalta-se entrentanto que há alguns ramos da robótica que geram impacto social positivo. Quando um robô é na realidade uma ferramenta para preservar o ser humano, como robôs bombeiros (em português), submarinos, cirurgiões, entre outros tipos. O robô pode auxiliar a re-integrar algum profissional que teve parte de suas capacidades motoras reduzidas devido a doença ou acidente e, a partir utilização da ferramenta robótica ser reintegrado ao mercado. Além disto, estas ferramentas permitem que seja preservada a vida do operador.
A robótica é usada em várias áreas. Podemos citar por exemplo: Nanotecnologia (para a construção de nanorobôs a fim de realizar operações em seres humanos sem necessidade de anestesias), na produção industrial (os robôs que são criados para produção e desenvolvimento de mercadorias) e em produções avançadas como os "dummys" feitos para transcrição de colisões de carros,os chamados "crash tests".

by wikipédia
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Meu nome é Ebes Almeida.Trabalho desde 1987 no ramo automotivo . Tenho uma equipe de vendas capacitada e comprometida com resultados.
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