Vi primeiro no Yahoo respostas e depois achei em um blog.Copiei!!!
Muito Legal!!!
Recebido por e-mail. O que é interessante e divertido o melhor a se fazer é socializar estas "pérolas":
Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e..... apagou.
Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal. Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes :
- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A , e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É. Tipo assim, o céu. Aquele com querubins voando e coisas do gênero.
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva. Tentou então o plano B: - convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa. E foi aí que
o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo "executiva"?
- Já ouví falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá .. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?
- Hã?
- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera
desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: " O melhor céu da América Latina".
- Fantástico!
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização de um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas .
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo,
encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico por exemplo, me parece extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um Board de altíssimo nível.
Com um pacote de remuneração atraente, é claro, coisa assim de salário de
seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque,
agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro.
O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.
- Impressionante !
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante se for trabalhar com o
nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...
Texto de Max Gehringer – Escritor e Administrador de Empresas
Ilustração: Pedro Kochenborger - Psicólogo
Muito Legal!!!
Uma executiva no céu
Recebido por e-mail. O que é interessante e divertido o melhor a se fazer é socializar estas "pérolas":
Uma Executiva no Céu
Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e..... apagou.
Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal. Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes :
- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A , e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É. Tipo assim, o céu. Aquele com querubins voando e coisas do gênero.
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva. Tentou então o plano B: - convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa. E foi aí que
o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo "executiva"?
- Já ouví falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá .. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?
- Hã?
- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera
desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: " O melhor céu da América Latina".
- Fantástico!
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização de um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas .
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo,
encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico por exemplo, me parece extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um Board de altíssimo nível.
Com um pacote de remuneração atraente, é claro, coisa assim de salário de
seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque,
agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro.
O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.
- Impressionante !
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante se for trabalhar com o
nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...
Texto de Max Gehringer – Escritor e Administrador de Empresas
Ilustração: Pedro Kochenborger - Psicólogo
e by http://answers.yahoo.com/question/index?qid=20120105193450AAqJLnTby http://kochenborger.blogspot.com/2010_05_01_archive.html
Os livros e filmes que inspiram as carreiras de 5 executivas
by http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-livros-e-filmes-que-inspiraram-a-carreira-de-5-executivas?p=10#link
Veja quais as obras e produções selecionadas por executivas como Chieko Aoki, Sônia Hess de Souza e Tânia Cosentino
Talita Abrantes, de
Ano: 2006
Diretor: David Frankel
Duração: 109 minutos
by http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-livros-e-filmes-que-inspiraram-a-carreira-de-5-executivas?p=10#link
Veja quais as obras e produções selecionadas por executivas como Chieko Aoki, Sônia Hess de Souza e Tânia Cosentino
Talita Abrantes, de
Obras inspiradoras
São Paulo - O caminho para chegar ao topo das grandes empresas ainda é cheio de pedras no caminho para as mulheres. Mas, as contratações mais recentes apontam que, aos poucos, mais pares de saltos altos alcançam os cargos executivos no Brasil.
Pensando no batalhão de mulheres que miram o alto escalão corporativo, Chieko Aoki, Sônia Hess de Souza, Beatriz Galloni, Tânia Cosentino e Nadir Moreno abriram a cabeceirae os armários para revelar para EXAME.com quais livros e filmes inspiraram suas trajetórias profissionais.
Confira a lista nas próximas páginas e aprenda como essas obras podem também influenciar a suacarreira.
Sônia Hess de Souza: "Steve Jobs – a Biografia”
Sônia Hess de Souza tem a missão de comandar o grupo Dudalina, que no ano passado faturou 274 milhões de dólares. Segundo ela, a trajetória do fundador da Apple a inspira quando o assunto é criatividade.
“Ele era detalhista e tratava tudo com objetividade. Olhava a beleza e a funcionalidade de cada produto. Com isso, ele conseguia produtos amigáveis mesmo para quem não é digital”, afirma.
Agora, sempre que precisa de uma luz para o seu lado empreendedora, recorre ao livro de memórias de sua mãe, dona Adelina, “Retrato de Família”.
“Quando preciso de conforto, leio o livro de poesias do meu pai ‘Uma vida de amor em verso e prosa’”, conta. “Sempre foi assim. Minha mãe, razão e meu pai, emoção”. O livro dos fundadores da Dudalina não estão à venda.
Autor: Isaacson, Walter
Editora: Companhia das letras
Páginas: 624
Editora: Companhia das letras
Páginas: 624
Sônia Hess de Souza: "Onde está a felicidade?"
“Para mim, filme tem que ter conteúdo. Acho que, como brasileiros, nossa auto estima ainda é baixa. Temos muitos filmes que têm propriedade e temos que dar valor a eles”, diz Sônia. “É um filme leve, solto. É uma delícia”.
Considerado o melhor filme do ano no Festival de Paulínia, “Onde está a felicidade?” conta a história de uma mulher que perde tudo e decide dedicar seu sabático no Caminho de Santiago.
Direção: Carlos Alberto Riccelli
Duração: 110 min
Ano: 2006
Duração: 110 min
Ano: 2006
Tânia Cosentino: “Germinal”
Tânia Cosentino começou sua carreira na Schneider Electric em 2000. Nove anos depois, foi a primeira mulher a assumir a batuta da companhia no Brasil. Ao longo da sua carreira foi inspirada pelo romance social de Émile Zola sobre a greve dos mineiros franceses.
“O livro se torna importante por tratar de um tema de atenção de todos: o conflito das classes sociais”, diz a executiva.
Autor: Émile Zola
Editora: Companhia das Letras
Editora: Companhia das Letras
Tânia Cosentino: “Invictus”
O longa conta a história de Nelson Mandela (Morgan Freeman) quando eleito presidente da África do Sul, um país dividido devido ao apartheid.
“Além da resiliência de Mandela ser emocionante, o filme trata temas como liderança, visão e estratégia”, afirma Tânia, da Schneider Electric.
Direção: Clint Eastwood
Duração: 134 minutos
Gênero: Drama
Duração: 134 minutos
Gênero: Drama
Chieko Aoki: "Empresas feitas para vencer"
O gosto pelos detalhes bem feitos colocou Chieko Aoki, presidente da rede Blue Tree Hotels, no topo do mercado hoteleiro nacional. Não por acaso, o livro que a inspirou ao longo da formação do grupo também segue a mesma linha.
“O Jim Collins chama a atenção para as coisas básicas e óbvias que devem ser bem feitas. É como uma planta, você precisa plantar bem e não esquecer de regar”, diz a senhora Aoki.
A obra “Empresas feitas para vencer” foi baseada em uma pesquisa feita com empresas norte-americanas sobre os fatores determinantes para o sucesso delas.
Autor: Jim Collins
Editora: Campus
356 páginas
Editora: Campus
356 páginas
Chieko Aoki: "O Diabo veste Prada"
No filme O Diabo Veste Prada, a personagem Miranda Priestly (Meryl Streep) é exigente e pede tudo para ontem. Por essas e por outras (para surpresa da repórter), a presidente da rede Blue Tree Hotels, Chieko Aoki afirma ser muito parecida com ela.
“Apesar de durona, ela tem um lado humano. Ela não é de pegar no colo, mas ensina na vida real”, afirma a executiva.
Ano: 2006
Diretor: David Frankel
Duração: 109 minutos
Beatriz Galloni: “Freakonomics”
Como vice-presidente de issuer marketing da MasterCard para a América Latina & Caribe, Beatriz Galloni precisa ter a criatividade como matéria-prima do seu trabalho. Neste quesito, ela conta, as ideias da obra Freakonomics fizeram diferença na carreira dela.
“Abriu minha cabeça de diversas maneiras: estimulando a pensar diferente, a cruzar informações de uma maneira mais livre e criativa, a encontrar oportunidades onde parece que não há. Nem sempre o óbvio é a melhor solução”, afirma.
Autores: Steven Levitt e Sthepen Dubner
Ano: 2007
Páginas: 33
Ano: 2007
Páginas: 33
Beatriz Galloni: “À Procura da Felicidade”
Chris Paul Gardner Gardner era vendedor de aparelhos médicos que estavam em decadência no mercado. Com apenas 21,39 dólares no bolso e vivendo em albergues com o filho, ele decidiu se tornar corretor de ações.
A trama retrata o período em que ele atuou em um estágio não remunerado de uma grande corretora. E mostra como ele se tornou milionário. "Este filme transmitiu valores muito enraizados na minha vida. A importância da força de vontade para conquistar aquilo que é importante. Tudo é possível, basta querer, se esforçar muito e correr atrás”.
Diretor: Gabriele Muccino
Ano: 2006
Duração: 117 minutos
Ano: 2006
Duração: 117 minutos
Nadir Moreno: “Driving Change”
Com 20 anos de carreira na UPS, Nadir Moreno está desde 2007 à frente da operação da companhia no Brasil. Não por acaso, tem na cabeceira o livro Driving Change – The UPS Approach to Business que conta, em detalhes, os 105 anos de história da empresa.
“O livro mostra, por exemplo, como os negócios da empresa foram durante as primeira e segunda grandes guerras, durante a Grande Depressão e após a explosão do setor automotivo nos Estados Unidos”, conta a executiva.
Autores: Mike Brewster e Frederick Dalzell
Páginas: 304
Ano: 2007
Páginas: 304
Ano: 2007
Nadir Moreno: “Billy Elliot”
O filme conta a história de um menino de 11 anos que, embora obrigado a treinar boxe, se apaixona por balé.
“A história do menino que obtém sucesso é reconhecido por aquilo que faz de bom, após enfrentar o preconceito do próprio pai e ultrapassar diversas barreiras sociais em busca de um sonho, me inspirou a ter cada vez mais essa determinação e buscar aquilo que acredito”, diz a executiva.
Direção: Stephen Daldry
Duração: 110 minutos
Ano: 2000
Duração: 110 minutos
Ano: 2000


















